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Eu nem mesmo assisti mas já estou gritando.
I can´t possibly believe on that!!!
Can someone tell me what the hell is that?!
Tourist go home
Como o Fábio disse no seu blog link abaixo, ele aguarda a grita dos blogueiros, aqui vai a minha:
This movie is a nonsense, has nothing to do with brazilians, i have not watch this movie yet but i can have an idea as i read some of the comments, if what i read about this film is totally true, i must say that the movie maker trully lost his mind. It spoils all the votes that we could have on that: Brazil Corcovado Wonder, Am I exagerating?
Este filme é um absurdo, não tem nada a ver com brasileiros, ainda não assisti, mas posso ter uma idéia quando leio alguns dos comentários, se o que leio sobre este filme for totalmente verdadeiro, devo dizer que quem o produziu não estava em sua sã consciência. Isso estraga todos os votos que nós poderíamos ter naquele: As Sete Maravilhas do Mundo, exagerei?
Paradise Brazil
Dica: Caryorker
Desculpem o sumiço, estou com uma gripe tremenda, mas sim, eu consegui sair um pouco de casa para assistir o Happy Feet, uma gracinha de filme, com efeitos de imagem e som muito bons! Vale a pena conferir.
Achei o texto na net, modifiquei um pouco as palavras para ficarem mais suaves, porém achei de grande valor, porque tenho constatado que a juventude atual anda muito carente, esse texto é ótimo, vale à pena a leitura.
Quanto você paga por um pouco de carinho?
Este texto chama-se "Quanto você paga por um pouco de carinho?
" escrito por Rosana Braga.
Está em português do Brasil.
Troque as palavras afeto e fato por afecto e facto.
Celular por telefone móvel. Mas leia. Porque apesar
de todas as diferenças o problema é o mesmo:
"Num primeiro momento, tendemos a responder: "claro que nada!!!".
Será? Incrível como a carência afetiva tem se transformado numa verdadeira epidemia. Vivemos num mundo onde tudo o que fazemos nos induz a "ter" cada vez mais. Um celular novo, um sapato de outra cor, uma jaqueta diferente, uma viagem em suaves prestações... E enquanto isso, nos sentimos cada vez mais vazios. Nossa voz interna faz um eco que chega a doer; e tudo o que poderia nos fazer sentir melhores seria "apenas" um pouco de carinho.
A carência é tão grande, a sensação de solidão é tão forte que nos dispomos a pagar por companhia, por uma remota possibilidade de nos sentirmos vivos, vistos, queridos. Eu sei, você vai dizer: "de forma alguma, eu nunca saí com uma garota ou um garoto de programa; jamais pagaria para ter carinho!". Pois é, mas não é de dinheiro que estou falando. Não se trata desta moeda.
Estou falando das escolhas que fazemos, indiscriminadamente, em busca de afeto. As relações sexuais fáceis e fugazes, a liberação desenfreada de intimidade, a cama que chega nas relações muito antes de uma apresentação de corações... a rapidez com que "ficamos", com que beijamos na boca, com que transamos sem termos ao menos nos olhado de verdade, demonstram exatamente o quanto pagamos. Ou, ao contrário de tudo isso, a amargura e o mau-humor que toma conta da gente quando não fazemos nada disso, quando nos fechamos feito ostras, criticando e maldizendo quem se entrega, quem transa, quem sai em busca de afeto a qualquer preço... Enfim, de uma forma ou de outra, estamos pagando pelo carinho que não damos e pelo carinho que, muitas vezes, não nos permitimos receber. Ou seja, se sexo realmente fosse tão bom, poderoso e suficiente quanto "prometem" as revistas femininas, as cenas calientes das novelas ou os sites eróticos, estaríamos satisfeitos, não é? Mas não estamos, definitivamente não estamos!
Sabe por que? Porque falta conteúdo nestas atitudes, nestes encontros.
Não se trata de julgamento de valor nem de pudor hipócrita. Trata-se de constatação, de fato!
Muito mais do que transas, precisamos urgentemente de um cafuné, de um abraço que encosta coração com coração, de um simples deslizar de mãos em nosso rosto, de um encontro de corpos que desejam sobretudo fazer o outro se sentir querido, vivo. Tocar o outro é acordar as suas células, é revivescer seus poros, é oferecer um alento, uma esperança,
um pouco de humanidade, tão escassa em nossas relações.
Talvez você pense: mas eu não tenho ninguém que esteja disposto a fazer isso comigo, a me dar este presente. Pois é. Esta é a matemática mais enganosa e catastrófica sob a qual vivemos. Quem disse que você precisa ter alguém que faça isso por você?!? Não! Você não precisa, acredite!
De pessoas à espera de soluções o mundo está farto!
Precisamos daqueles que estão dispostos a "serem" a solução! Portanto, se você quer vivenciar o amor, torne-se o próprio amor, o próprio carinho, a própria carícia. Torne-se a diferença na vida daqueles com quem você se relaciona, ou para quem você se disponibiliza com tanta "facilidade", enganando a si mesmo com uma intimidade que não existe, só porque morre de medo de simplesmente dar carinho, acolher, abraçar, construir a intimidade aos poucos... A partir de hoje, ao invés de sair pra balada dizendo que quer "beijar muuuuito", concentre-se na sua capacidade
de doar afeto e surpreenda-se com o resultado. Recebi, hoje (certamente por sincronicidade do Universo) um texto de um leitor meu sobre "cuddle parties"*, a nova onda em Nova Iorque. Pessoas acima dos 30 anos pagam até 30 dólares para participar de uma festa onde os convidados se abraçam, se tocam sem a intenção de sexo, aliás, sexo é proibido nesta festa. Meu Deus, que coisa horrível não ter alguém ao seu lado que você possa tocar, que você possa acariciar!!! Sabe, a gente tem medo de dar carinho e ser rejeitado, de tocar o outro e ser chamado de "pegajoso". E não estou falando de tocar estranhos, não... Estou falando de tocar amigos, familiares, pai, mãe, irmão, marido, esposa, namorado. Estou falando de afeto com aqueles que, teoricamente, são os mais próximos de nós, aqueles que em nossa agenda colocamos o nome para serem avisados caso algum acidente aconteça conosco.
Sugiro que, a partir de hoje, você comece a se tornar uma pessoa carinhosa, no jeito de falar, no jeito de ouvir, no jeito de chegar e de sair... Faça um cafuné em alguém que você gosta. Você vai se sentir um pouco
estranho, talvez o outro sinta até o coração disparar e pense "nossa, o que eu faço agora, o que eu digo, o que está acontecendo?". Mas não desista! Dê carinho, mais e mais... e faça parte do "clube dos saciados", diminuindo o numero de pessoas contaminadas pela carência. Ofereça afeto gratuitamente, ou seja, sem ter que necessariamente fazer sexo ou erotizar o momento, a troca, a relação... e você passará a "pagar" cada vez menos por um pouco de carinho!
ORKUT
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VÍRUS 1 - ( Dá uma olhada nas fotos da nossa festa, ficaram ótimas ).
VÍRUS 2 - ( Olha, acho que vi sua foto na internet, clique no link e veja onde vi ).
VÍRUS 3 - ( Andam falando mal de vc nessa comunidade. Clique no link e veja o que andam falando de vc ).
VÍRUS 4 - ( Profile de Jacinto Leite Aquino Rego, pedindo para ser adicionado, se adicioná-lo, terá todas as SENHAS do seu computador copiadas).
VÍRUS 5 - (Olha a comunidade que fiz pra vc, + o link ).
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