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Hackers do mal, aproveitam da garotada para espalharem vírus no Orkut com textos sobre o acidente da Gol, borboletas da sorte, e mais vídeos caseiros de safadeza.
Lucas agora colunista!
Show de bola
Centenário do vôo com 14 bis! (1906-2006)
Santos Dumont: Pai da Aviação, Flight Pioneer, Pionnier de l'aviation
Veja os ganhadores:
Concurso Banana voa?
Nossa! Estou boba.
Computadores aprendem a ver - e reproduzir - o nosso mundo
UM BIS NOS ARES
"Com bambu, madeira, rodas de bicicleta, uma máquina de costura e pano de seda, uma criança é capaz de construir um inventivo - e inofensivo - robozinho. Mas nas mãos do empresário e piloto goiano Alan Calassa, de 45 anos, esses materiais, somados a um motor de 35 cavalos, se
transformaram num avião. Ou melhor, numa reprodução fiel do 14-Bis. Calassa debruçou-se sobre pilhas de fotos, livros e catálogos de museus para desenvolver o projeto. Três anos e 1,5 milhão de reais depois, o céu de Caldas Novas (GO) pôde receber o vôo inaugural da réplica. A admiração de Calassa por Santos Dumont é tão grande que ele chegou a tatuar nas costas uma imagem do famoso aeroplano. No próximo dia 23 de outubro, o "novo" 14-Bis vai para Paris - obviamente não por vias aéreas. O destino é o Campo de Bagatelle, onde haverá uma grande comemoração ao centenário do primeiro vôo. No controle da geringonça estará a filha de Alan, a jovem piloto Aline Calassa, de 22 anos. Mas por que não o próprio Alan? Ele não coube no cesto de vime de 93 centímetros, projetado nas medidas exatas de Dumont."
Revista Gol
Technorati Tags: Santos Dumont
Concurso banana voa.
Concurso Banana voa?
"Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu."
(Autoria atribuída a Luís Fernando Veríssimo, segundo ele, a autoria é de Sarah Westphal Batista da Silva, em sua coluna do dia 31 de março de 2005)
colinha eleitoral, muito útil.
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